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	<title>Guia M&eacute;dico Muria&eacute;</title>
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	<description>Guia de M&#233;dicos e Profissionais da Sa&#250;de</description>
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	<title>Guia M&eacute;dico Muria&eacute;</title>
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		<title>PERDA DE OLFATO E PALADAR :</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guiamedicomuriae]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Nov 2022 15:48:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Otorrinolaringologia]]></category>
		<category><![CDATA[Olfato e Paladar : Perda]]></category>
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					<description><![CDATA[Quais são os sintomas de paladar e olfato anormais? O sentido do olfato anormal pode se referir a um sentido....]]></description>
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<h3 class="wp-block-heading">Quais são os sintomas de paladar e olfato anormais?</h3>



<p>O sentido do olfato anormal pode se referir a um sentido do olfato diminuído ou ausente, cheiros que não estão realmente presentes ou a incapacidade de identificar odores. Isso pode afetar significativamente a qualidade de vida do paciente, causando ansiedade e diminuição do prazer da comida. Alterações no paladar e no cheiro podem ocasionalmente ser perigosas para os pacientes, como quando você não consegue sentir o cheiro de fumaça ou outros odores de alerta.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que causa o sentido anormal do paladar e do olfato?</h3>



<p>As causas mais comuns de distúrbios do olfato são doenças nasais e / ou sinusais, infecções virais do trato respiratório superior e traumatismo craniano. As causas mais comuns de distúrbios do paladar são infecções do trato respiratório superior e ferimentos na cabeça. Outras causas raras de ambos incluem massas nas vias nasais ou orais, problemas endócrinos, efeitos colaterais de medicamentos e processos degenerativos do cérebro.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Por que estou tendo problemas para sentir o gosto e o cheiro?</h3>



<p>Infecções (como resfriados, gripes e sinusites) ou ferimentos na cabeça e nariz também podem fazer com que você perca o olfato. A doença de Parkinson ou a doença de Alzheimer podem fazer as pessoas perderem o olfato. A infecção ou inflamação na boca pode causar perda do paladar. (Inflamação significa vermelhidão e inchaço.)</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como essas doenças são diagnosticadas?</h3>



<p>A primeira etapa do diagnóstico é uma história completa e um exame físico. É importante fornecer informações ao seu médico sobre doenças respiratórias, sintomas nasais ou sinusais, história de trauma, outras condições médicas e uso de medicamentos.</p>



<p>Quais são os tratamentos dos distúrbios do paladar e do olfato?</p>



<p>Os tratamentos dos distúrbios do paladar e do olfato são direcionados à causa subjacente. As condições nasais ou sinusais devem ser tratadas com medicação, ou cirurgia, dependendo da gravidade da doença. As doenças endócrinas, como o hipotiroidismo, devem ser tratadas de forma adequada. Os medicamentos que podem estar causando o mau cheiro e / ou paladar podem, às vezes, ser substituídos por outro medicamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quando devo ver um otorrinolaringologista devido a distúrbios do olfato e paladar?</h3>



<p>A perda do olfato causada por resfriados, alergias ou infecções nos seios da face geralmente desaparece por conta própria após alguns dias. Se isso não acontecer, consulte seu otorrino para ele poder descartar condições mais graves.</p>



<p>Além disso, a perda do olfato às vezes pode ser tratada, dependendo da causa. Seu médico pode lhe dar um antibiótico para tratar uma infecção bacteriana ou remover qualquer coisa que esteja bloqueando sua passagem nasal. Mas, em alguns casos, a perda do olfato pode ser permanente.</p>



<p><strong>Fonte :</strong> Dra. Danielly Solar Andrade&nbsp;</p>
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		<title>DOENÇAS MAIS COMUNS EM CRIANÇAS&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guiamedicomuriae]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Nov 2022 15:23:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pediatria]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Contraídas na Infância]]></category>
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					<description><![CDATA[São aquelas que quase todo mundo contrai na infância.&#160; Ou seja, se por um lado são sinal de alerta e....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">São aquelas que quase todo mundo contrai na infância.&nbsp;</h3>



<p>Ou seja, se por um lado são sinal de alerta e motivo de muita preocupação para os pais, por outro, são facilmente diagnosticáveis e tratáveis.</p>



<p>Se você tem uma criança ou um bebê doente em casa, é importante lembrar que seu sistema imunológico está em formação, portanto é absolutamente normal lidar com crises alérgicas, dores de ouvido e contaminações.</p>



<p>A primeira atitude preventiva para uma infância mais saudável é o parto normal: ele coloca o recém-nascido em contato com as bactérias do canal vaginal, ajudando-o a desenvolver resistência imunológica. Em segundo lugar está a amamentação, que mune o bebê com anticorpos recebidos por meio do leite. E quando chegar a hora de introduzir alimentos, investir nos orgânicos e naturais (e fugir dos processados e industrializados) vai fazer toda a diferença para que você veja uma criança forte, feliz e saudável crescer.</p>



<p>Veja quais são outros cuidados essenciais com a saúde dos pequenos e como combater as doenças mais comuns na infância:</p>



<h3 class="wp-block-heading">1 – Infecções no Ouvido</h3>



<p>&nbsp;A otite média é uma infecção que causa dores no ouvido devido ao acúmulo de secreções do ouvido médio – pode ser resultante de uma gripe, um resfriado, ou até mesmo do excesso de leite que escorre quando o bebê é amamentado na horizontal. Já a otite externa é causada geralmente por excesso de umidade.</p>



<p>Sintomas e Tratamento</p>



<p>Choro e febre. Nesse caso, é importante procurar seu médico de confiança com urgência, pois é possível que antibióticos tenham de ser receitados.</p>



<p>Lembre-se de sempre secar bem as orelhinhas do bebê e evite ao máximo o uso de cotonetes! Não expôr a criança ao vento também é importante.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2 – Dor de Garganta</h3>



<p>Assim como a dor de ouvido, ela pode vir como “brinde” de gripes e resfriados. É também uma infecção, mas acomete faringe e amígdalas, causando muita dor e incômodo.</p>



<p>Sintomas e Tratamento</p>



<p>O tipo viral, causado pelo contato com saliva contaminada, é muito comum até os dois anos de idade e você pode ter de enfrentar até 3 episódios por ano, caracterizados pelo choro intenso, febre, dificuldade de engolir e comer. Seu médico pode receitar analgésicos e antitérmicos para tratar a doença.</p>



<p>Já a dor de garganta causada por bactérias acomete principalmente crianças de 3 a 6 anos. Mais séria, ela pode requerer o uso de antibióticos. Procure seu médico de confiança imediatamente e siga à risca o tratamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">&nbsp;3 – Refluxo</h3>



<p>Essa doença pode causar muita preocupação no primeiro ano da criança, já que ela se alimenta principalmente do leite. Líquido, ele facilmente retorna do estômago para o esôfago, causando desconfortos e dores.</p>



<p>Sintomas e Tratamentos</p>



<p>O bebê com refluxo vomita com frequência, tem sono agitado, sofre com irritação, tem dificuldade para ganhar peso e para mamar.</p>



<p>Você pode evitar o refluxo amamentando na posição vertical e analisar, junto ao seu médico, se a quantidade de leite que você dá por mamada é excessiva. Massagens especializadas para bebês com refluxo também podem ajudar. A boa notícia é que muito provavelmente essa doença desaparecerá quando você introduzir a alimentação sólida!&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">4 – Viroses</h3>



<p>Vilãs que podem ser contraídas pelo contato com vírus, bactérias e parasitas não-determinados e atacam o sistema imunológico infantil de várias maneiras.</p>



<p>Sintomas e Tratamento</p>



<p>Se a criança apresenta diarreia, vômito, flatulência e dores abdominais, uma virose pode ser a culpada. Seu médico poderá recomendar ingestão de líquidos, soro caseiro, analgésicos, repouso e alimentos de fácil digestão.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5 – Caxumba, Catapora, Rubéola e Sarampo</h3>



<p>Extremamente comuns na infância, têm origem viral e podem ser prevenidas com a vacina conhecida como tetraviral ou tetravalente. Nem sempre a vacina é suficiente – mesmo uma criança vacinada pode sofrer contágio.</p>



<p>Sintomas e Tratamento</p>



<p>Prostração, manchas no corpo, coceira, tosse e falta de apetite devem ser relatados ao médico. Ele receitará cuidados que diminuam o desconforto da criança até que essas doenças entrem naturalmente em remissão, o que acontece entre 5 e 15 dias. Restringe o contato com outras crianças para evitar contágio.</p>



<h3 class="wp-block-heading">6 – Alergias</h3>



<p>A alergia é uma resposta exagerada do sistema imunológico ao contato com substâncias aparentemente inofensivas, como um tempero ou os pelos de um animal doméstico. Muitas vezes as alergias desaparecem ao longo da vida, mas também podem se intensificar.</p>



<p>Sintomas e Tratamentos</p>



<p>Os sintomas vão desde vários espirros seguidos, coriza intensa e fechamento da via nasal até coceira intensa e vermelhidão pelo corpo ou fechamento da garganta. Seu médico pode receitar antialérgicos ou antihistamínicos e até tratamentos com vacinas. Esteja sempre alerta para identificar o fator que desencadeia a crise: é o contato com flores, poeira, determinados alimentos? Excluindo esses fatores da rotina da criança, você poderá oferecer mais conforto e segurança a ela.</p>



<h3 class="wp-block-heading">7 – Asma</h3>



<p>A asma causa dificuldades respiratórias graves e costuma se manifestar durante toda a infância.</p>



<p>Sintomas e Tratamento</p>



<p>Se seu filho apresenta chiado no peito, tosse, dificuldade na respiração, lacrimejamento e dor no peito, leve-o imediatamente para a emergência para que ele receba medicação. Não espere! Para evitar crises, deixe a casa sempre limpa, livre de pó, fumaça, perfumes fortes e produtos de limpeza agressivos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">&nbsp;8 – Sinusite</h3>



<p>Uma doença que ataca geralmente no inverno e pode ser a complicação de um resfriado ou gripe. Ela faz com que o catarro se acumule nas maçãs da face, causando dor.</p>



<p>Sintomas e Tratamento</p>



<p>Os sintomas são dor na face, catarro com coloração amarelada e tosse (principalmente à noite). Dores de cabeça também podem surgir. O tratamento deve ser receitado por seu médico, com antibióticos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">E tem também as malformações…</h3>



<p>Elas não são doenças, e sim situações congênitas, mas também podem precisar de atenção e dos cuidados de um profissional especializado.</p>



<p>Dentre as malformações mais comuns está o lábio leporino. Trata-se de uma malformação no céu da boca, que inclui fissura do lábio e do palato, também conhecida como fenda palatina ou “céu da boca aberto”. Muito comum, pode ser diagnosticado ainda intra-útero, por meio de ultrassons.</p>



<p>Sintomas e Tratamento</p>



<p>A fissura pode ser interna ou externa – causando uma divisão no lábio superior do bebê. Pode causar problemas na amamentação, audição, alimentação e na fala. Na maioria dos casos, uma cirurgia razoavelmente simples corrige o problema!</p>



<p>Fonte : Drª Clarice Abreu, especialista em Cirurgia Plástica e Cirurgia Craniomaxilofacial,&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>
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		<title>ENCEFALITE : COMO TRATAR ?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guiamedicomuriae]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Nov 2022 14:41:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clínica Médica]]></category>
		<category><![CDATA[Infectologia]]></category>
		<category><![CDATA[Neurologia]]></category>
		<category><![CDATA[Pediatria]]></category>
		<category><![CDATA[Encefalite : Como Diagnosticar ?]]></category>
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					<description><![CDATA[🔍 Desvendando a Encefalite: O Intrigante Mundo da Inflamação Cerebral 🧠 Encefalite é um enigma cerebral que merece nossa atenção.....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>🔍 <strong>Desvendando a Encefalite: O Intrigante Mundo da Inflamação Cerebral</strong></p>



<p>🧠 Encefalite é um enigma cerebral que merece nossa atenção. Essa inflamação do cérebro pode ter várias origens, sendo a infecção viral a mais comum. Os sintomas costumam ser sutis, assemelhando-se a um resfriado com febre ou dor de cabeça, ou até mesmo passando despercebidos.<br><br>🤔 Mas aqui reside o mistério: a encefalite pode também desencadear confusão no pensamento, convulsões ou afetar nossos sentidos, como visão e audição.<br><br>⚠️ As complicações mais sérias podem levar a lesões cerebrais, e, em casos extremos, resultar em coma ou, lamentavelmente, em morte.<br><br>📈 A chave para enfrentar esse enigma reside no diagnóstico e tratamento rápidos e precisos, pois é desafiador prever como a encefalite afetará cada indivíduo.<br><br>🔬 Neste artigo, vamos desvendar os segredos da encefalite, explorando seu diagnóstico, sintomas, causas predominantes, fatores de risco e estratégias de tratamento e prevenção.</p>



<p><strong>O que Desperta a Encefalite?</strong> 🤨</p>



<p>Existem dois tipos principais:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Encefalite Primária: Um vírus ou agente infeccioso invade diretamente o cérebro. A infecção pode ser localizada ou se espalhar, podendo até ser uma reativação de um vírus adormecido após uma doença anterior.</li>



<li>Encefalite Secundária: Esta condição é desencadeada por uma resposta defeituosa do sistema imunológico a uma infecção em outra parte do corpo.</li>
</ol>



<p>🔴 Ao invés de atacar somente as células causadoras da infecção, o sistema imunológico passa a atacar erroneamente as células saudáveis do cérebro. Conhecida como encefalite pós-infecção, esta forma geralmente surge duas a três semanas após a infecção inicial.</p>



<p>A encefalite é uma narrativa complexa do nosso corpo que merece ser desvendada. Continue conosco para aprender mais sobre essa intrigante condição cerebral. 💭🔬</p>



<p><br>🦠 <strong>Explorando as Causas Virais da Encefalite</strong></p>



<p>Os culpados por trás da encefalite incluem uma série de vírus intrigantes:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>🕵️‍♂️ <strong>Herpes simplex (HSV)</strong>: O vilão dos lábios e genitais, capaz de orquestrar uma invasão cerebral.</li>



<li>💤 <strong>Epstein-Barr</strong>: O mestre da mononucleose infecciosa, causando estragos em nossa energia.</li>



<li>🌘 <strong>Varicela-Zoster</strong>: O responsável pela catapulta da varicela e a fúria do herpes-zóster.</li>



<li>🌡 <strong>Enterovírus</strong>: Transformam nosso corpo em um campo de batalha, desencadeando sintomas gripais, inflamações oculares e dores abdominais.</li>



<li>🦟 <strong>Vírus Transmitidos por Mosquitos</strong>: Os mestres do céu que nos presenteiam com o Nilo Ocidental, La Crosse, St. Louis, encefalite equina ocidental e oriental.</li>



<li>🕷 <strong>Vírus Transmitidos por Carrapatos</strong>: Incluindo o astuto Powassan, transmitido por carrapatos, que provoca encefalite.</li>



<li>🦇 <strong>Vírus da Raiva</strong>: A fera que se esconde nos animais e, quando liberta, é uma corrida alucinante em direção à encefalite.</li>



<li>🧒 <strong>Infecções Comuns na Infância</strong>: Sarampo, rubéola e caxumba já foram estrelas da encefalite secundária, mas graças às vacinas, agora são raras no palco.</li>
</ol>



<p>🚦 Fatores de Risco para a Encefalite</p>



<p>Enquanto a encefalite não escolhe seus alvos, alguns fatores aumentam o risco:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>👶 <strong>Idade</strong>: Crianças pequenas e adultos mais experientes no jogo da vida estão em maior risco de encefalite viral.</li>



<li>🛡 <strong>Sistema Imunológico Fragilizado</strong>: Indivíduos com HIV / AIDS, em tratamento com medicamentos imunossupressores, ou que enfrentam outras doenças enfraquecedoras do sistema imunológico estão mais vulneráveis.</li>



<li>🗺 <strong>Regiões Geográficas</strong>: Vírus transmitidos por mosquitos e carrapatos têm seu território preferido em determinadas regiões geográficas.</li>



<li>🌞 <strong>Estação do Ano</strong>: Doenças veiculadas por insetos são mais frequentes nos meses ensolarados.</li>
</ol>



<p>⚠️ Reconhecer os sinais de alerta é fundamental. Siga conosco enquanto exploramos os sintomas da encefalite e como se manifestam em diferentes idades. 🚨💡</p>



<p>🩺 <strong>Quando Deve Procurar Ajuda Médica?</strong></p>



<p>🚨 Em caso de sintomas graves relacionados à encefalite, a busca por atendimento médico é imperativa. Se uma dor de cabeça intensa, febre e alterações na consciência se manifestarem, a assistência médica é urgente.<br>👶 Para bebês e crianças pequenas com quaisquer indícios de encefalite, a busca por cuidados médicos imediatos é igualmente vital.<br>🔍 Como se Realiza o Diagnóstico da Encefalite?</p>



<p><strong>Quando há suspeita de encefalite, o médico adotará uma abordagem investigativa que inclui:</strong></p>



<p>📌 <strong>Punção Lombar</strong>: Neste procedimento, uma agulha é delicadamente inserida na parte inferior das costas para coletar uma amostra do fluido espinhal, que será analisado quanto a sinais de infecção.<br>📷 <strong>Tomografia Computadorizada ou Ressonância Magnética</strong>: Esses exames capturam as nuances da estrutura cerebral, ajudando a descartar outras explicações para os sintomas, como tumores ou derrames. Certos vírus tendem a mirar em regiões específicas do cérebro, o que auxilia na determinação do tipo de vírus envolvido.<br>🧠 <strong>Eletroencefalograma (EEG)</strong>: Esse teste registra a atividade cerebral. Embora não detecte diretamente o vírus responsável pela encefalite, certos padrões no EEG podem indicar uma origem infecciosa dos sintomas. O EEG desempenha um papel fundamental ao identificar as áreas do cérebro afetadas e os padrões de atividade cerebral nessas áreas.<br>🩸 <strong>Exames de Sangue</strong>: Estes exames podem revelar sinais de infecção viral. Geralmente, os exames de sangue não são realizados isoladamente, mas são usados em conjunto com outros testes para diagnosticar a encefalite.<br>🧬 <strong>Biópsia Cerebral</strong>: Em situações excepcionais, o médico pode remover pequenas amostras de tecido cerebral para análise. No entanto, esse procedimento é evitado sempre que possível devido ao alto risco de complicações. Normalmente, só é considerado quando a causa do inchaço cerebral não pode ser determinada de outra forma ou quando o tratamento não apresenta resultados.</p>



<p>💉 <strong>Como Tratar a Encefalite?</strong></p>



<p>O tratamento da encefalite viral frequentemente envolve medicamentos antivirais. No entanto, esses medicamentos não são eficazes contra outras formas de encefalite. Em tais casos, o tratamento visa aliviar os sintomas e pode incluir:</p>



<p>🛌 Repouso;<br>💊 Analgésicos;<br>🦠 Corticosteroides (para reduzir a inflamação cerebral);<br>🌬 Ventilação mecânica (para auxiliar a respiração);<br>🛁 Banhos de esponja mornos;<br>🌡 Anticonvulsivantes (para prevenir ou controlar convulsões);<br>😴 Sedativos (para agitação, agressividade e irritabilidade);<br>💧 Reposição de fluidos (às vezes, administrada por via intravenosa).</p>



<p>Em casos de inchaço cerebral e convulsões, a hospitalização pode ser necessária.</p>



<p>🛡️ <strong>Dicas para Prevenir a Encefalite</strong></p>



<p>A melhor defesa contra a encefalite viral é a prevenção. Para evitar a exposição aos vírus que podem causar essa condição, considere estas medidas:</p>



<p>🧼 Pratique uma boa higiene, lavando as mãos com frequência e cuidadosamente, especialmente após usar o banheiro e antes das refeições;<br>🍴 Evite compartilhar utensílios, talheres e bebidas;<br>👩‍👦 Eduque seus filhos sobre bons hábitos de higiene e a importância de não compartilhar utensílios em casa e na escola;<br>💉 Mantenha as vacinas em dia, para você e seus filhos. Antes de viajar, consulte o médico sobre vacinas recomendadas para diferentes destinos.</p>



<p><strong>Para reduzir a exposição a mosquitos e carrapatos:</strong></p>



<p>👕 Vista-se adequadamente com roupas de manga longa e calças se estiver ao ar livre em áreas arborizadas, onde carrapatos são mais comuns;<br>🦟 Use repelente de insetos, aplicando-o na pele e roupas. Se você também usar protetor solar, aplique-o antes do repelente;<br>💦 Utilize inseticidas, que podem ser aplicados em roupas, tendas e outros equipamentos ao ar livre;<br>🌓 Evite atividades ao ar livre no crepúsculo e amanhecer, quando os mosquitos estão mais ativos, sempre que possível. Além disso, repare janelas e telas danificadas;<br>🚫 Elimine fontes de água parada em seu quintal, onde os mosquitos depositam seus ovos;<br>🐦 Se você notar pássaros ou animais doentes ou morrendo, informe suas observações ao departamento de saúde local.</p>



<p>Se você identificar sintomas de encefalite, siga as orientações de um profissional médico. Como destacamos, um diagnóstico correto e precoce pode fazer toda a diferença e ajudar a evitar complicações graves. 🚑💪</p>
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		<title>MANCHAS ROXAS NO CORPO :</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guiamedicomuriae]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Nov 2022 13:44:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clínica Médica]]></category>
		<category><![CDATA[Hematologia]]></category>
		<category><![CDATA[Manchas Roxas : O Que São ?]]></category>
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					<description><![CDATA[Que doenças causam manchas roxas pelo corpo e o que eu devo fazer para&#160; evitar essas manchas?&#160; Todos os dias....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">Que doenças causam manchas roxas pelo corpo e o que eu devo fazer para&nbsp; evitar essas manchas?&nbsp;</h3>



<p>Todos os dias eu atendo um paciente que me mostra o braço com equimose e me diz: olha essas manchas, doutor, o que pode ser?&nbsp;</p>



<p>Vou tentar tirar as dúvidas mais frequentes sobre manchas roxas: Por que se formam as manchas roxas? Que doenças causam manchas roxas na pele? Quando se preocupar? O que fazer para melhorar mais rápido? E também, será que estresse pode causar isso?</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que são essas manchas rochas?</h3>



<p>Em termos médicos podem ser equimoses &#8211; mais frequentes, que o extravasamento de sangue dos vasos sanguíneos superficiais da pele.&nbsp;</p>



<p>Já o hematoma é uma coleção de sangue, onde há o extravasamento do sangue de vaso mais calibroso e há aquele relevo na pele, como um galo na cabeça e absorção mais demorada que a equimose.&nbsp;</p>



<p>Então nas equimoses o sangue está infiltrado, espalhado&nbsp; nos tecidos e nos hematomas, os tecidos vizinhos são deslocados e comprimidos.&nbsp;</p>



<p>A maioria dessas manchas roxas então são equimoses e não são motivos de preocupação e desaparecem por conta própria. E aqui no Brasil a palavra hematoma é usada como sinônimo de equimose — olha aqui esse hematoma no meu braço. Que não está errado.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quais são os tipos de manchas roxas?</h3>



<p>Já falei a diferença entre equimose e hematoma.</p>



<p>Petéquias: são áreas pontuais (menos de 2 mm) de pontos avermelhados na pele que não desaparecem após uma pressão suave com o dedo.</p>



<p>&nbsp;Púrpura: são pequenos sangramentos que ocorrem sob a pele. São pequenas equimoses.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que causam essas manchas roxas ou equimoses?</h3>



<p>As equimoses podem ocorrer por um acidente, por uma queda, por um trauma, quando você torce o tornozelo, quando você quebra um osso, quando você passa por uma cirurgia cirurgia plástica, até mesmo cateterismo cardíaco.&nbsp;</p>



<p>Mas existem também algumas condições médicas que podem torná-lo mais sujeito a equimoses.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Será que conseguimos descobrir há quanto tempo aconteceu o trauma?</h3>



<p>Sim, pela cor.</p>



<p>&nbsp;Conforme o corpo decompõe as hemácias presentes no extravasamento do sangue, a equimose ou hematoma muda de cor&nbsp;</p>



<p>A equimose geralmente começa como uma marca vermelha na pele porque se acumulou sangue fresco e rico em oxigênio no tecido.</p>



<p>Após 1-2 dias- &nbsp; sangue que vazou começa a perder oxigênio e mudar de cor, se tornando azul, roxo ou preto</p>



<p>Entre 5-10 dias a mancha Amarelo ou verde, seu hematoma começará a ficar verde e depois amarela. Devido a quebra da hemoglobina em biliverdina e depois bilirrubina.</p>



<p>E por último 10-14 dias após o trauma inicial. um castanho amarelado ou castanho claro, na fase de resolução.</p>



<p>E uma coisa que muitas vezes assusta a pessoa é que às vezes, a área do hematoma se espalha pelo corpo devido à gravidade. Às vezes, um paciente meu faz um cateterismo e vê que o hematoma cresceu, que agora a perna está roxa, o escroto está roxo. E isso pode ser normal.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quanto tempo demora para uma equimose ser absorvida?</h3>



<p>A equimose demora cerca de 2 semanas para se resolver. Já os hematomas demoram até 4 semanas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como evitar que a equimose ou hematoma cresça e aliviar o inchaço e a dor ?</h3>



<p>O que você faz se bateu a cabeça? Você vai pegar gelo.&nbsp; E está correto Você deve aplicar compressas de gelo nas primeiras 24 a 48 horas após a lesão. Isso porque faz com que aquele vasinho que rompeu pare de sangrar ou sangre menos, reduzindo o tamanho do hematoma. Enrole a bolsa de gelo em uma toalha e aplique gelo por não mais que 15 minutos por vez.&nbsp;</p>



<p>Mas se você torceu o pé, por exemplo, além de aplicar gelo você deve descansar e elevar a perna para evitar o inchaço.</p>



<p>E depois de 48 horas? Depois de 2 dias, o calor na forma uma compressa quente, por exemplo uma toalha quente&nbsp; aplicada sobre o hematoma por 10 minutos ou mais, duas a três vezes ao dia, pode aumentar o fluxo sanguíneo para aquela área, permitindo que a pele reabsorva o sangue mais rapidamente.&nbsp;</p>



<p>Mas temos pomadas como o polissulfato de mucopolissacarídeo que pode acelerar o processo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">E quais são as causas de manchas rochas?</h3>



<h3 class="wp-block-heading">1 &#8211; A IDADE:</h3>



<p>As pessoas mais velhas costumam ter hematomas com facilidade por qualquer batidinha, especialmente nos braços, porque quando a pessoa envelhece, a pele se torna menos flexível, mais seca, e mais fina porque, e também aquela gordura sob a pele, que protege vai sumindo, reduzindo amortecimento da pele. Além disso os vasos sanguíneos são mais frágeis, qualquer batatinha podem se romper.&nbsp;</p>



<p>&nbsp;Existe até um termo médico para isso, a púrpura senil.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2 &#8211; VON WILLEBRAND</h3>



<p>A PESSOA PODE TER NASCIDO COM UMA DOENÇA CHAMAVA&nbsp; VON WILLEBRAND, QUE É O DISTÚRBIO HEMORRÁGICO MAIS PREVALENTE, AFETANDO CERCA DE 1% DA POPULAÇÃO.&nbsp;</p>



<p>Eles nascem com a proteína de von Willebrand defeituosa ou ausente, que é importante para a coagulação do sangue e isso pode interferir em cirurgia, corta e não para de sangrar, as mulheres têm menstruações mais volumosas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3 &#8211; CAUSA- HEMOFILIA</h3>



<p>Esse é um problema mais sério, um distúrbio hemorrágico, por causa do fator VIII ausente ou defeituoso (hemofilia A) ou fator IX (hemofilia B).</p>



<p>Os fatores VIII e IX são importantes para a coagulação do sangue. Versões sintéticas desses fatores de coagulação podem ajudar a tratar a hemofilia e reduzir o risco de sangramento grave, incluindo hematomas graves.</p>



<p>E os sintomas não aparecem de uma hora pra outra. Eles estão presentes desde o nascimento, em bebês e crianças pequenas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4 &#8211;&nbsp; CAUSA- DOENÇA HEPÁTICA</h3>



<p>&nbsp;A cirrose e outras doenças hepáticas fazem com que o fígado reduza a produção de proteínas que ajudam a coagular o sangue. Além de aumentar plaquetopenia- as plaquetas que ajudam a coagular o sangue—&nbsp; e ter deficiência de vitaminas como Vitamina K, que é importante na coagulação.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">&nbsp;5 &#8211; CAUSA-&nbsp; LEUCEMIA</h3>



<p>São tipos de câncer no sangue que ocorrem quando os glóbulos brancos na medula óssea crescem descontroladamente.</p>



<p>Os sintomas comuns incluem sudorese excessiva, especialmente à noite, fadiga e fraqueza que não desaparecem com o repouso, perda de peso não intencional, dor nos ossos e sensibilidade. Linfonodos indolores e inchados (especialmente no pescoço e axilas), aumento do fígado ou baço, manchas vermelhas na pele (petéquias), sangramento fácil e equimoses e hematomas fáceis, além de febre e infecções&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">6 &#8211; CAUSA-&nbsp; SÍNDROME DE CUSHING</h3>



<p>Que é uma doença que existe fabricação excessiva de corticoide pela suprarrenal (ou mesmo você está tomando muito corticoide e causou um Cushing)- O Cushing tem aquele rosto em lua cheia, aquela giba no pescoço, estrias frequentes, aumento de peso, e hematomas frequentes pelo corpo. Isso porque o corticoide afina a pele e qualquer batatinha, sangra.</p>



<h3 class="wp-block-heading">7 &#8211; CAUSA- DEFICIÊNCIA DE VITAMINAS</h3>



<p>Como falei, vitamina K é importante na coagulação,&nbsp;</p>



<p>Mas carência de vitamina C (aquela pessoa que não come frutas) pode causar escorbuto que causa hematomas, sangramento nas gengivas, cabelo e pele secos e anemia. Por sorte é muito raro.</p>



<h3 class="wp-block-heading">8 &#8211; CAUSA- DOENÇA RENAL</h3>



<p>A equimose é comum, por causa da disfunção plaquetária. Quando a uréia está muito alta há uma redução da agregação planetária, além da pele do renal crônico ter aquele aspecto de pele seca e fina.</p>



<h3 class="wp-block-heading">9 &#8211; CAUSA- DOENÇAS AUTOIMUNES COMO LÚPUS E VASCULITES.</h3>



<p>GERALMENTE CAUSADO POR UMA BAIXA CONTAGEM DE PLAQUETAS NO SANGUE, PORQUE O SISTEMA IMUNE DO CORPO PODE ATACAR PLAQUETAS SAUDÁVEIS E TAMBÉM PODEM ATACAR OS VASOS SANGUÍNEOS, DEIXANDO MAIS FRÁGEIS E PROPENSOS A SANGRAMENTOS E HEMATOMAS E EQUIMOSES.,</p>



<h3 class="wp-block-heading">10 &#8211; CAUSA E A MAIS FREQUENTE- USO DE REMÉDIOS&nbsp;</h3>



<p>Remédios como antiagregantes planetários como AAS (aspirina), clopidogrel e todos dessa classe podem aumentar significativamente a chance de ficar aparecendo manchas roxas no seu corpo.&nbsp;</p>



<p>Mas também anticoagulantes como varfarina, heparina, os NOACS como rivaroxabana, também aumentam o risco.</p>



<p>Até mesmo suplementos como ômega 3, ginkgo biloba e outros podem aumentar seu risco de sangramento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">E estresse, pode causar essas manchas roxas?</h3>



<p>Sim, tem descrito a púrpura por melancolia. São aquelas pessoas que ficam muito estressadas e sem bater, sem coçar, apresentam manchas roxas na pele, especialmente nas pernas e coxas e podem ser dolorosas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Então, fique mais calmo, tente relaxar.</h3>



<p>E por fim, quais exames fazer se você percebeu que está cheia de manchas roxas recentemente?</p>



<p>Procure seu médico. Ele pode solicitar exames simples, como hemograma, também pode pesquisar sua coagulação sanguínea, sua função hepática e função renal e alguns marcadores reumatológicos.</p>



<p><strong>Fonte :</strong> André Wambier, cardiologista, Cardiodf</p>
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		<title>PARESTESIAS NA MÃO, O QUE SÃO ?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guiamedicomuriae]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Nov 2022 12:29:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ortopedia]]></category>
		<category><![CDATA[Parestesias na Mão]]></category>
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					<description><![CDATA[Parestesias na mão significa dormência ou formigueiro nas mãos. Esta situação pode ocorrer se os nervos responsáveis, por transmitir mensagens....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">Parestesias na mão significa dormência ou formigueiro nas mãos.</h3>



<p>Esta situação pode ocorrer se os nervos responsáveis, por transmitir mensagens do e para o nosso cérebro, se tornarem comprimidos, lesados ou irritados.</p>



<p>As parestesias das mãos podem ser devidas a diferentes causas, as mais frequentes das quais são: Síndrome do canal cárpico, compressão do nervo cubital, radiculopatia cervical, diabetes, doença de Raynaud, artrite reumatóide, entre outras condições, como veremos adiante com detalhe.</p>



<p>As mãos adormecidas são um sintoma frequente entre homens e mulheres na idade adulta. Dependendo da situação, a dormência nas mãos pode afetar a mão esquerda, a mão direita ou as duas mãos. É importante para o seu médico especialista da mão perceber se os seus sintomas são unilaterais (afetam apenas uma mão) ou bilaterais (afetam ambas as mãos), se atingem toda a mão ou se apenas sente formigueiro nos dedos e, nesse caso, qual é o dedo dormente. Em alguns casos a parestesia pode estar localizada apenas na ponta dos dedos em uma ou nas duas mãos.</p>



<p>As parestesias nas mãos podem fazer-se acompanhar de outros sintomas como as dores nas mãos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Causas da dormência nas mãos</h3>



<p>As parestesias da mão e dedos podem dever-se a diversas causas. De seguida, enumeramos algumas das mais frequentes.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Síndrome do canal cárpico</h3>



<p>A síndrome do canal cárpico ou síndrome do túnel cárpico é uma causa frequente de dormente e ocorre quando o nervo mediano, responsável pela sensibilidade da mão, se torna apertado no seu canal ao nível do punho (pulso). Esta situação, geralmente causa dor na mão e dormência do primeiro, segundo, terceiro e, por vezes, quarto dedos (isto é, polegar, indicador, dedo médio e anelar), poupando o quinto dedo (dedo mínimo, popularmente conhecido como “dedo mindinho”). A dormência nas mãos durante a noite é frequente em doentes com síndrome do canal do carpo, assim como acordar com as mãos dormentes.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Compressão do nervo cubital</h3>



<p>O síndrome do túnel cubital ou ulnar é a segunda neuropatia mais frequente do membro superior, a seguir ao síndrome do canal cárpico. Caracteriza-se pela compressão do nervo cubital a nível do cotovelo e manifesta-se por mão dormente, muitas vezes, associada a dor na face interna do antebraço e cotovelo e dedos dormentes, particularmente o quarto e quinto dedo (dedo mínimo). Em fases iniciais, os sintomas podem ocorrer sobretudo à noite, ao dormir, ou durante períodos prolongados com os cotovelos apoiados.</p>



<p>O nervo cubital também pode ser comprimido a nível do punho, uma situação mais rara, conhecida como síndrome do canal de Guyon, que também causa dormência nos dedos mínimo e anelar.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Radiculopatia cervical</h3>



<p>Esta situação ocorre quando uma raíz nervosa, a nível da coluna cervical, se torna inflamada ou comprimida.</p>



<p>Dependendo da raiz afetada, a radiculopatia cervical pode manifestar-se por dores nos braços e/ou adormecimento de regiões específicas do membro superior, incluindo dormência nas mãos e braços e dedos dormentes.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Diabetes</h3>



<p>Uma situação chamada neuropatia diabética pode afetar os nervos periféricos, mais frequentemente a nível dos pés, mas pode também atingir as mãos, causando formigamento nas mãos e pés. Nestes casos, a dormência geralmente ocorre primeiro nos pés.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Síndrome de Raynaud</h3>



<p>Esta patologia causa espasmo das pequenas artérias dos dedos, ou um abrir e fechar muito rápido das mesmas. Esta situação pode afetar a circulação e causar formigamento nas mãos e pés, incluindo dedos dormentes. Os episódios de Síndrome de Raynaud podem ser desencadeados pelo frio ou stress.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Artrite Reumatóide</h3>



<p>A artrite reumatóide é uma patologia auto-imune que cursa com dor, edema e inflamação das articulações, causando dor na mão e podendo também conduzir a sensação de dormência dos dedos e mãos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Gravidez</h3>



<p>A mão e os dedos dormentes são queixas frequentes entre mulheres grávidas. Os sintomas geralmente surgem progressivamente e predominam à noite, ao dormir, sendo frequente acordar com as mãos dormentes. Isto ocorre devido às alterações hormonais que ocorrem durante o período de gestação, que originam retenção de líquidos, podendo ser causa de compressão dos nervos a nível do punho, dando origem a sintomas sobreponíveis à síndrome do túnel cárpico. Embora os sintomas tenham tendência a agravar à medida que a gravidez avança, trata-se de uma situação benigna e que se resolve espontaneamente com o parto.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Outras causas</h3>



<p>Para além das causas atrás enunciadas, podem existir outras, relacionadas com a origem da dormência das mãos. Causas menos frequentes de dormência nas mãos e braços incluem:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Alcoolismo;</li><li>Amiloidose;</li><li>Quisto sinovial;</li><li>Síndrome de Guillain-Barré;</li><li>HIV;</li><li>Esclerose múltipla;</li><li>Doença Lyme;</li><li>Síndrome de Sjogren;</li><li>Sífilis;</li><li>Acidente vascular cerebral (AVC);</li><li>Vasculite;</li><li>Deficiência de vitamina B12;</li><li>Lepra;</li><li>Fraturas da mão ou punho;</li></ul>



<h3 class="wp-block-heading">Diagnóstico da dormência nas mãos</h3>



<p>Na presença de sintomas de dormência ou parestesias dos dedos e/ou mãos deve procurar um médico ortopedista especialista em mão, de modo a efetuar o diagnóstico correto e atempado da patologia em causa e, desta forma, ser orientado para fazer o tratamento mais adequado para cada situação.</p>



<p>A investigação diagnóstica pode implicar a realização de exames auxiliares de diagnóstico tais como: exames imagiológicos e/ou eletrofisiológicos, entre outros.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tratamento da dormência nas mãos</h3>



<p>O tratamento da dormência nas mãos depende naturalmente da patologia subjacente. Em alguns casos, o tratamento conservador pode resolver a situação ou pelo menos aliviar a dor e sensação de adormecimento da mão, enquanto que noutros casos teremos que recorrer à cirurgia (ou operação) para tratar a patologia que está a provocar as parestesias.</p>



<p>Na fase aguda, a administração de medicamentos (ou remédios) como analgésicos e antiinflamatórios podem contribuir para o alívio dos sintomas. O uso de ortóteses imobilizadoras e a fisioterapia adequada também podem ser úteis no tratamento das parestesias de uma forma natural, não invasiva.</p>



<p><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;Autor:</strong> Drª Sara Lima, médica ortopedista (NOM 45808).</p>
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		<title>VITILIGO, COMO SE CUIDAR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guiamedicomuriae]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Nov 2022 20:42:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clínica Médica]]></category>
		<category><![CDATA[Dermatologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vitiligo : Causas]]></category>
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					<description><![CDATA[O vitiligo é uma doença de pele que se caracteriza pela perda da coloração da pele, chamada de hipopigmentação. Possui....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">O vitiligo é uma doença de pele que se caracteriza pela perda da coloração da pele, chamada de hipopigmentação.</h3>



<p>Possui uma distribuição característica, mas o tamanho das manchas varia de pessoa para pessoa.</p>



<p><strong>É muito importante frisar que o vitiligo não é contagioso!</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">Quais são as causas do Vitiligo ?</h3>



<p>As manchas claras são causadas pela diminuição ou ausência de “melanócitos”, que são as células da pele responsáveis pela produção de melanina, o pigmento da pele.</p>



<p>As causas dessa falta de melanócitos não é totalmente conhecida, mas pode estar associada à autoimunidade, situação em que o corpo produz anticorpos contra as próprias células ou órgãos estabelecidos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Vitiligo é hereditário ?</h3>



<p>Sim, pela correlação da autoimunidade pode existir uma maior tendência ao desenvolvimento de vitiligo em membros da mesma família, mas a incidência é baixa.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">O Vitiligo pode ter causa emocional ?</h3>



<p>Sim, traumas físicos e emocionais podem estimular o aparecimento das manchas ou agravar as manchas existentes.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sintomas de Vitiligo</h3>



<h5 class="wp-block-heading">Geralmente não existem sintomas associados ao aparecimento de manchas claras pelo corpo.&nbsp;</h5>



<h5 class="wp-block-heading">É possível detectar o início do Vitiligo ?</h5>



<p>O diagnóstico é clínico, realizado através da observação de manchas claras com distribuição e formas características de vitiligo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como são as manchas de Vitiligo ?</h3>



<p>O vitiligo pode ser de dois tipos:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Segmentar ou Unilateral:&nbsp; As manchas aparecem em pessoas jovens e acomete apenas uma parte do corpo, podendo atingir pelos e cabelos que também perdem a coloração natural.</li><li>Não segmentar ou Bilateral: As manchas aparecem dos dois lados do corpo, geralmente de forma simétrica, iniciando pelas extremidades, por exemplo, no rosto, nas duas mãos ou nos dois pés.&nbsp; A perda de coloração vai evoluindo e acelera em algumas fases, seguida de períodos de estagnação. As áreas sem pigmentação vão se tornando maiores com o passar dos anos e é esse é o tipo mais frequente de vitiligo.</li></ul>



<h3 class="wp-block-heading">Vitiligo coça ?</h3>



<p>Não, porém algumas pessoas relatam maior sensibilidade nas áreas de hipopigmentação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Diagnóstico</h3>



<h6 class="wp-block-heading">O diagnóstico é clínico, realizado pelo dermatologista, a olho nu, com o auxílio ou não de uma luz especial (depende do tom da pele).</h6>



<p>A biópsia da pele pode auxiliar na confirmação do diagnóstico, pois permite a observação de ausência ou redução de melanócitos.</p>



<p>Alguns exames de check up, como os de sangue, podem auxiliar, não no diagnóstico do vitiligo em si, mas na pesquisa de doenças associadas, como a Tireoidite autoimune e Doença de addison, ambas doenças autoimunes muito frequentemente associadas ao vitiligo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tratamento para Vitiligo&nbsp;</h3>



<h6 class="wp-block-heading">Existem várias opções de tratamento &#8211; cremes, medicamentos orais, laser &#8211; que visam estacionar a evolução da doença e repigmentar algumas áreas. Atualmente, com </h6>



<h6 class="wp-block-heading">essas novas opções de tratamento, o resultado é muito satisfatório no sentido de controle da doença.</h6>



<h3 class="wp-block-heading">Vitiligo tem cura ?</h3>



<p>Não há cura para o vitiligo, mas existem excelentes opções de tratamento para controle e pigmentação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Prevenção&nbsp;</h3>



<h6 class="wp-block-heading">Não há maneiras de evitar o vitiligo.&nbsp;</h6>



<p>Em portadores de vitiligo, recomenda-se evitar o uso de roupas apertadas ou que provoquem atrito ou pressão sobre a pele. Isso contribui para reduzir o aparecimento de novas manchas, bem como o crescimento das existentes.</p>



<p>O controle do estresse é benéfico no controle da doença.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Prognóstico e recomendações&nbsp;</h3>



<h6 class="wp-block-heading">Com os novos tratamentos houve grande melhora de prognóstico com controle eficaz da doença.</h6>



<p>O cuidado com a exposição solar das áreas afetadas é de extrema importância para evitar a ocorrência de queimaduras e câncer de pele.</p>



<p><strong>Fonte :</strong> Dra.<em> </em>Myrna Perez Campagnoli</p>
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		<title>CATARATA, TEM TRATAMENTO ?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guiamedicomuriae]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Nov 2022 19:51:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oftalmologia]]></category>
		<category><![CDATA[Catarata]]></category>
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					<description><![CDATA[1- O que é Catarata?&#160; O termo “catarata” é dado para qualquer tipo de perda de transparência do cristalino, lente....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">1- O que é Catarata?&nbsp;</h3>



<p>O termo “catarata” é dado para qualquer tipo de perda de transparência do cristalino, lente situada atrás da íris (Figura), seja ela congênita ou adquirida, independente de causar ou não prejuízos à visão. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a catarata é responsável por 47,8% dos casos de cegueira no mundo, acometendo principalmente a população idosa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Então, o que é uma pele que recobre o olho?&nbsp;</h3>



<p>A “pele” que recobre o olho externamente e que muitos confundem com a catarata é chamada de Pterígio, que, na verdade, é uma degeneração da conjuntiva e pode ter ou não indicação cirúrgica.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2- Quais são as causas da catarata?&nbsp;</h3>



<p>A catarata é uma doença multifatorial e pode ser congênita ou adquirida. A causa mais comum da catarata é o envelhecimento do cristalino que ocorre pela idade, denominada de catarata senil. Porém também poderá estar associada a alterações metabólicas que ocorrem em certas doenças sistêmicas, (ex. Diabetes Mellitus), oculares (ex. uveíte), tabagismo, alcoolismo, secundária ao uso de certos medicamentos (ex. corticóides) ou a trauma ocular (contuso, perfurante, por infravermelho, descarga elétrica, radiação ultravioleta, raios X, betaterapia ou queimaduras químicas graves).</p>



<h3 class="wp-block-heading">3- A catarata acomete sempre os dois olhos?</h3>



<p>&nbsp;A catarata pode acometer apenas um, ou ambos os olhos, dependendo de sua causa. A catarata relacionada à idade, doença sistêmica ou ao uso de corticosteroides sistêmicos, geralmente é bilateral e assimétrica, ou seja, pode estar mais avançada em um dos olhos. Poderá ser unilateral se for secundária a doença ocular, ou ao trauma do olho acometido.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4- Quais são os sintomas da catarata?&nbsp;</h3>



<p>Na maioria das vezes a catarata não pode ser diagnosticada a olho nu e nem mesmo é percebida facilmente pelos próprios portadores da catarata nas suas fases iniciais. Os principais sintomas da catarata são: sensação de visão embaçada, alteração contínua da refração (grau dos óculos), maior sensibilidade à luz, espalhamento dos reflexos ao redor das luzes e percepção que as cores estão desbotadas. Geralmente há uma piora da miopia com redução da visão em baixo contraste e baixa luminosidade principalmente para longe, comparativamente à visão para perto. Somente o oftalmologista poderá solicitar os exames necessários para a confirmação do diagnóstico, bem como, indicar o melhor procedimento cirúrgico para tratamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5- Há alguma medida preventiva para evitar que a catarata se instale?</h3>



<p>&nbsp;Não há como evitar a predisposição genética e nem o envelhecimento do cristalino. Porém, algumas medidas preventivas podem ser realizadas visando reduzir alguns fatores de risco para o desenvolvimento da catarata. Reduzir o tabagismo, proteger-se contra a radiação ultravioleta (principalmente UVB) e traumas, controlar o Diabetes Mellitus, e evitar o uso de corticoides são cuidados que podem ser eficazes na prevenção da catarata. É fundamental ter consciência dos perigos da automedicação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">6- Existe algum tratamento clínico para a catarata?</h3>



<p>&nbsp;Não, o único tratamento eficaz para a catarata é a cirurgia.</p>



<h3 class="wp-block-heading">7- Apenas pessoas idosas precisam ser submetidas à cirurgia de catarata?&nbsp;</h3>



<p>A recomendação de tratamento cirúrgico para portadores de catarata não está relacionada à idade do paciente e sim ao seu comprometimento visual. Qualquer portador de catarata deve ser submetido a cirurgia desde que tenha sua capacidade ocular prejudicada pela doença e apresente condições de recuperação pós-cirurgia.</p>



<h3 class="wp-block-heading">8- Existe cura para a catarata?&nbsp;</h3>



<p>Sim, a deficiência visual causada pela opacificação do cristalino pode ser revertida com tratamento cirúrgico, no qual a lente natural opaca é removida e substituída por uma lente artificial transparente, chamada de lente intraocular.</p>



<h3 class="wp-block-heading">9- Em que consiste a cirurgia de catarata?&nbsp;</h3>



<p>A cirurgia da catarata consiste da remoção do cristalino opaco e sua substituição por uma prótese transparente (lente intraocular) para possibilitar melhor passagem dos estímulos luminosos para o interior do olho e é denominada facectomia com implante de lente intraocular.</p>



<h3 class="wp-block-heading">10- A cirurgia de catarata é muito arriscada?&nbsp;</h3>



<p>A cirurgia de catarata é a cirurgia mais realizada na oftalmologia e foi uma das técnicas cirúrgicas que mais evoluiu nas últimas décadas. Há pouco mais de 30 anos, era realizada sob anestesia geral, a catarata era removida através de uma incisão ampla, seguida por implante de lente intraocular rígida e múltiplas suturas do globo ocular. Atualmente, a incisão é de cerca de dois milímetros, a catarata é emulsificada (fragmentada) em pequenos pedaços e aspirada por um aparelho chamado de facoemulsificador e a lente intraocular é dobrável. A incisão de pequeno tamanho e arquitetura auto selante, geralmente, dispensa a utilização de suturas. Trata-se de um procedimento microscópico de alta complexidade, é muito seguro, porém, como qualquer procedimento invasivo, não é isento de riscos. A tecnologia atual e a experiência do cirurgião reduzem significativamente esse risco. A saúde geral e ocular do paciente, bem como sua história familiar, são fatores que influenciam diretamente o resultado cirúrgico. Além disso, é fundamental que o paciente siga as orientações pré e pós operatórias de seu oftalmologista para minorar os riscos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">11- Como posso ter certeza se é o momento certo para operar a catarata ou se posso esperar mais alguns anos?&nbsp;</h3>



<p>Na técnica cirúrgica antiga, denominada extracapsular, em que se removia a catarata sem fragmentá-la, havia o consenso de se aguardar a catarata evoluir (amadurecer) para se indicar a cirurgia, pois o procedimento era mais invasivo e sua recuperação mais prolongada, com maiores riscos para o paciente. Com o advento da facoemulsificação, houve uma mudança nesta abordagem, evitando-se que a catarata chegue a um estado muito avançado, pois a sua rigidez dificultará a sua aspiração, aumentando o risco de complicações cirúrgicas e o tempo de recuperação pós-operatório. A indicação mais frequente da cirurgia de catarata é o desejo, por parte do paciente, de enxergar melhor. Entretanto, em determinadas circunstâncias, pode ser necessário partir do oftalmologista a indicação, visando tratar ou evitar complicações decorrentes da presença do cristalino doente, opaco e/ou de volume aumentado, ou ainda para possibilitar a avaliação e tratamento de doenças da retina e do nervo óptico.</p>



<h3 class="wp-block-heading">12- Devo operar os dois olhos simultaneamente ou um de cada vez?&nbsp;</h3>



<p>O intervalo de tempo entre a cirurgia de catarata do primeiro para o segundo olho varia muito conforme o cirurgião, porém, existe, de um modo geral, um consenso de se evitar a realização da cirurgia de catarata bilateral simultânea. O resultado do primeiro olho poderá servir como base para melhor programação da próxima cirurgia.</p>



<h3 class="wp-block-heading">13- A cirurgia de catarata pode ser realizada em Clínicas Oftalmológicas?&nbsp;</h3>



<p>A cirurgia de catarata é realizada sob anestesia local e geralmente se realiza uma sedação para proporcionar maior conforto ao paciente. A anestesia é sempre realizada por um médico anestesista, que também realizará o acompanhamento clínico do paciente durante o procedimento, com monitorização cardíaca e oximetria de pulso. A cirurgia poderá ser realizada em clínicas desde que estas ofereçam infraestrutura adequada para que o anestesista trabalhe com segurança e facilidade de transporte adequado para remoção rápida em casos de intercorrências emergenciais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">14-Como posso saber se o médico que irá me operar está realmente qualificado?&nbsp;</h3>



<p>O primeiro passo é saber se o cirurgião é de fato um especialista nesta área. Para isso, é possível consultar a lista de membros da Sociedade Brasileira de Cirurgia de Catarata e Refrativa (BRASCRS). Também é importante ter referências de amigos ou parentes que tenham sido operados por este oftalmologista e, além disso, conhecer o local em que seu médico costuma operar. A confiança é fundamental para o sucesso do tratamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">15- Que tipo de anestesia é usada na cirurgia de catarata?&nbsp;</h3>



<p>A anestesia é local podendo ser realizada somente com gotas anestésicas, ou através da injeção de pequena quantidade de anestésico local na região inferior da órbita, técnica denominada bloqueio peribulbar, onde o globo permanece sem movimento e sem sensibilidade. O paciente pode se manter lúcido ou ligeiramente sedado. A anestesia é sempre realizada por profissional habilitado, médico anestesista, que também é o responsável pelo acompanhamento clínico do paciente durante o procedimento, com monitorização cardíaca e oximetria de pulso ao longo da cirurgia. Nos casos de catarata em crianças ou adultos com dificuldades de controle dos movimentos ou de compreensão, a anestesia deve ser geral.</p>



<h3 class="wp-block-heading">16- A cirurgia de catarata é realizada com LASER?&nbsp;</h3>



<p>Na técnica moderna desta cirurgia, o laser de femtossegundo pode ser usado para realizar alguns passos da cirurgia, como a confecção das incisões, a retirada de uma parte da membrana que envolve o cristalino e a fragmentação da catarata, mas a aspiração dos fragmentos será realizada através do facoemulsificador.</p>



<h3 class="wp-block-heading">17- É verdade que a cirurgia de catarata é um procedimento simples e que pode ser realizada em poucos minutos?&nbsp;</h3>



<p>A cirurgia da catarata não é um procedimento simples. De fato, o avanço dos equipamentos e das técnicas possibilitaram a redução no tempo de cirurgia da catarata, porém trata-se de um procedimento complexo, cuja curva de aprendizado é longa. O cirurgião deverá ter a habilidade de operar olhando através de um microscópio de alta definição, com instrumentos delicados em ambas as mãos que são usados na manipulação da catarata e com pedais de controle do facoemulsificador e do microscópio, um em cada pé. O aparelho facoemulsificador possui diversos parâmetros que deverão ser ajustados conforme a experiência e técnica utilizada pelo cirurgião e dependendo do grau da catarata a ser operada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">18- Tenho miopia. A cirurgia de catarata resolverá este problema também?&nbsp;</h3>



<p>Atualmente a cirurgia da catarata tem o potencial de corrigir o grau de olhos míopes, hipermetropes e astigmatas através das modernas lentes intraoculares. Porém temos que ressaltar que esta correção vai depender de múltiplos fatores como a técnica cirúrgica, cicatrização do paciente e principalmente o cálculo dos implantes intraoculares.</p>



<h3 class="wp-block-heading">19- Qual é a melhor lente intraocular disponível atualmente?&nbsp;</h3>



<p>O oftalmologista saberá indicar o melhor tipo de lente intraocular para cada caso.</p>



<p>20- A lente intraocular pode se deslocar depois de implantada?&nbsp;</p>



<p>Em situações normais, o deslocamento da lente intraocular é algo muito raro. Existem casos em que esse evento tem mais chances de ocorrer, e seu oftalmologista deverá lhe orientar sobre o assunto.</p>



<h3 class="wp-block-heading">21- Após a cirurgia é preciso usar óculos?&nbsp;</h3>



<p>É necessário entender a diferença entre independência dos óculos e eliminação total do grau. Mesmo com independência, pode haver necessidade de utilização de óculos para determinadas atividades. Além disso, características pessoais, oculares e das lentes intraoculares recomendadas para cada situação interferirão na maior ou menor independência dos óculos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">22- Quais exames preciso fazer antes da cirurgia?&nbsp;</h3>



<p>As orientações específicas quanto aos exames clínicos e oculares serão fornecidas pelo oftalmologista responsável.</p>



<h3 class="wp-block-heading">23- Quais são os cuidados que devo ter no pós-operatório?</h3>



<ul class="wp-block-list"><li>Modo correto de utilização dos medicamentos</li><li>Usar a visão logo após operar a catarata</li><li>Tempo de repouso</li><li>Lavar a cabeça</li><li>Retorno às atividades</li><li>Praticar esportes após a cirurgia, etc.</li></ul>



<p>As orientações sobre os cuidados pós-operatórios são específicas para cada caso e serão fornecidas pelo oftalmologista responsável.</p>



<h3 class="wp-block-heading">24- Quanto tempo leva para a visão voltar ao normal após a cirurgia?&nbsp;</h3>



<p>A melhoria da visão está diretamente relacionada com a intensidade da inflamação do olho ao procedimento cirúrgico. A resposta inflamatória pode se manifestar com intensidades diferentes dependendo do grau evolutivo em que se encontrava a catarata e as condições de recuperação da córnea, retina e demais estruturas oculares do paciente. Diabetes e outras alterações também podem interferir na recuperação. É comum a visão ficar embaçada nos primeiros dias de pós-operatório. Havendo pouca ou nenhuma inflamação a visão se recupera rapidamente.</p>



<h3 class="wp-block-heading">25- Existe risco da catarata voltar após a operação?&nbsp;</h3>



<p>Não. Uma vez retirada e substituída por uma lente intraocular, a catarata não voltará mais. O que pode ocorrer em alguns casos é um processo de fibrose na membrana que serve como suporte para lente intraocular. Dependendo da intensidade dessa fibrose a membrana pode se tornar opaca prejudicando a visão. Para resolver essa opacidade é recomendado um procedimento denominado de capsulotomia por Yag LASER. Este procedimento é realizado em caráter ambulatorial, é indolor e, quando indicado, traz melhora significativa da visão</p>



<p>Doenças como glaucoma e diabetes também podem favorecer o surgimento de catarata.</p>



<p><strong>Fonte : </strong>Associação Brasileira de Catarata e Cirurgia Refrativa&nbsp;</p>
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		<title>LEUCEMIA, O QUE É ?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guiamedicomuriae]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Nov 2022 19:08:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hematologia]]></category>
		<category><![CDATA[Leucemia]]></category>
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<h3 class="wp-block-heading">Leucemia é um problema de saúde que afeta os glóbulos brancos.&nbsp;</h3>



<p>Ela pode ser classificada em aguda ou crônica e em mieloide ou linfocítica.</p>



<p>A leucemia é uma doença, geralmente de origem desconhecida, que afeta nossas células de defesa (leucócitos). Nesta doença, uma célula sofre mutação, tornando-se uma célula cancerosa, a qual não funciona adequadamente e é capaz de se dividir muito mais rapidamente do que uma célula normal. Essa célula, que também apresenta menor mortalidade que a normal, aos poucos vai substituindo as células saudáveis da medula óssea.</p>



<p>Uma leucemia é chamada de aguda quando progride de maneira rápida e é chamada de crônica quando a progressão da doença é lenta. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), existem mais de 12 tipos distintos de leucemia. Ainda de acordo com o instituto, a expectativa era de 10.810 novos casos no ano de 2020.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que é leucemia?</h3>



<p>Leucemia é uma doença que se caracteriza pela perda de função e divisão desordenada dos glóbulos brancos ou leucócitos, células responsáveis pela defesa do nosso organismo. A leucemia inicia-se na medula óssea, que é o local onde as células sanguíneas são produzidas. Na medula óssea, as células neoplásicas aumentam sua proliferação, o que afeta a produção das células sanguíneas normais.</p>



<p>As causas da leucemia não são geralmente conhecidas, entretanto alguns fatores estão&nbsp; comprovadamente associados ao desenvolvimento da doença, como a radiação e o benzeno. Outros fatores de risco para o desenvolvimento da leucemia incluem tabagismo, exposição a determinados produtos químicos — como formaldeído —, histórico familiar, síndrome de Down, exposição a agrotóxicos, entre outros.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sintomas da leucemia</h3>



<p>Os sintomas da leucemia são, muitas vezes, pouco específicos, podendo ocorrer fadiga, dor de cabeça, febre, suores noturnos, dores nos ossos e articulações, perda de peso, palidez, desconforto abdominal, hematomas, náuseas e vômitos. Nesses pacientes é comum também um aumento da incidência de infecções.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tipos de leucemias</h3>



<p>As leucemias podem ser classificadas, de acordo com as células que afetam, em mieloides e linfocíticas. As leucemias mieloides afetam as células mieloides, que são aquelas que originam as hemácias, plaquetas, monócitos, neutrófilos, eosinófilos e basófilos. As leucemias linfocíticas são aquelas que afetam as células linfoides, ou seja, as células que originam os linfócitos.</p>



<p>As leucemias podem ainda ser classificadas em agudas ou crônicas, levando-se em consideração a velocidade do agravamento da doença. Quando as leucemias são ditas crônicas, elas se agravam lentamente. Já as agudas se caracterizam por um agravamento mais rápido da doença.</p>



<p>Levando-se em consideração as células que afetam e a velocidade do agravamento da doença, o Inca destaca quatro tipos mais comuns de leucemias.</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Leucemia linfocítica crônica: como o nome indica, é uma leucemia que afeta células linfoides e apresenta evolução lenta. Esse tipo de leucemia raramente acomete crianças, sendo observada, com mais frequência, em pessoas com idade superior a 55 anos. Normalmente não leva ao desenvolvimento de sintomas, entretanto o paciente pode apresentar cansaço, sudorese noturna, perda de peso e aumento de gânglios.</li><li>Leucemia linfocítica aguda: assim como a leucemia linfoide crônica, esse tipo de leucemia afeta as células linfóides. Entretanto, diferencia-se por apresentar uma evolução rápida. Ocorre em adultos, mas acomete com mais frequência as crianças. Alguns dos sintomas que podem surgir nesse tipo de leucemia são dores nos ossos, articulações e cabeça, aumento de infecções, surgimento de hematomas, hemorragias, cansaço, tontura, vômito e palidez.</li><li>Leucemia mieloide crônica: atinge as células mieloides e apresenta um agravamento vagaroso. Ocorre com maior frequência em adultos. Seus sintomas são pouco específicos, incluindo cansaço, febre, perda de peso, sudorese, surgimento de hematomas e aumento do baço, o que gera desconforto.</li><li>Leucemia mieloide aguda: também afeta as células mieloides, porém se diferencia do último tipo estudado por se agravar de maneira rápida. Acomete tanto adultos como crianças, contudo se observa um aumento da incidência com a idade. Pode provocar sintomas como infecções recorrentes, palidez, febre, dores nos ossos, surgimento de hematomas, perda de peso, perda de apetite, aumento de baço e fígado, sangramentos e aumento dos nódulos linfáticos.</li></ul>



<h3 class="wp-block-heading">Diagnóstico da leucemia</h3>



<p>O diagnóstico de leucemia, assim como o de várias outras doenças, deve ser feito precocemente, a fim de garantir um maior sucesso no tratamento. Para isso, é fundamental que o paciente não ignore sintomas e procure um médico ao perceber, por exemplo, o surgimento de infecções persistentes, aumento de gânglios e o surgimento de hematomas no corpo.</p>



<p>Para realizar um diagnóstico, o médico analisará o quadro clínico do paciente e exames, como&nbsp; hemograma e exames de coagulação. Para a confirmação do diagnóstico, no entanto, é realizado o mielograma, o qual consiste na retirada de sangue da medula óssea para análises mais específicas. O médico pode solicitar também uma biópsia da medula óssea.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tratamento da leucemia</h3>



<p>O tratamento da leucemia depende de fatores como o tipo de leucemia e estado de saúde do paciente. Entre os tratamentos existentes, podemos citar a quimioterapia e o transplante de medula óssea.</p>



<p>O transplante de medula óssea é um dos procedimentos mais lembrados quando o assunto é tratamento de leucemia. Ele consiste na destruição da medula do paciente doente e no recebimento de uma medula sadia. O transplante pode ser autogênico ou alogênico, sendo o transplante autogênico realizado com a medula do próprio paciente e o alogênico proveniente da medula de um doador.&nbsp; O transplante pode ser ainda feito a partir de células precursoras da medula, obtidas no sangue de cordão umbilical ou no sangue circulante de um doador.</p>



<p>É importante deixar claro que, para doar a medula óssea, é necessário que o doador seja compatível com o receptor, para que a medula não seja rejeitada. Como essa compatibilidade nem sempre é fácil de ser encontrada, é fundamental que as pessoas se inscrevam como doadores voluntários de medula, aumentando assim as chances desses pacientes de conseguirem o transplante. O cadastro pode ser feito em todos os hemocentros do país. Vale salientar que o procedimento envolve poucos riscos ao doador, sendo observados, geralmente, dor no local onde foi feita punção, dor de cabeça e cansaço. A medula óssea do doador recupera-se inteiramente após cerca de duas semanas.</p>



<p><strong>Fonte :&nbsp; </strong>Vanessa Sardinha dos Santos, Professora de Biologia</p>
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		<title>DIETAS, COMO ESCOLHER</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guiamedicomuriae]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Nov 2022 15:26:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[Dietas]]></category>
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					<description><![CDATA[Conheça 11 tipos de dieta, seus riscos e benefícios Dieta é, provavelmente, a palavra mais repetida quando se aproxima o....]]></description>
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<h3 class="wp-block-heading">Conheça 11 tipos de dieta, seus riscos e benefícios</h3>



<p>Dieta é, provavelmente, a palavra mais repetida quando se aproxima o início de um ano ou de uma semana. Quantas vezes você já prometeu internamente começar um regime na segunda-feira ou incluiu a meta “emagrecer” na lista de resoluções de um novo ano? Das mais restritivas às específicas, as dietas fazem parte da nossa vida. E não é para menos – afinal, fazemos parte de uma sociedade que incentiva o consumo exagerado de calorias, de fast-food e de alimentos processados, ao mesmo tempo que vende o corpo magro (ou “sarado”) como padrão a ser seguido.</p>



<p>No entanto, as dietas não são uma obsessão do século 21. Na verdade, elas também foram uma forma popular de as pessoas perderem peso e melhorarem a saúde durante todo o século 20. Embora muita coisa tenha mudado desde então, muitos dos planos alimentares da moda compartilham semelhanças com aquelas seguidas no século passado.</p>



<h3 class="wp-block-heading">História</h3>



<p>Por exemplo, uma das dietas mais populares no início dos anos 1900 recomendava um plano alimentar baseado em alto teor de proteínas e baixo teor de carboidratos e açúcar. Já na década de 1930, a recomendação era limitar a ingestão de calorias, ainda mantendo o baixo consumo de carboidratos. Mais familiar impossível!</p>



<p>No final da década de 1950 e início da década de 1960, o cultivo corporal por meio de dietas tornou-se, definitivamente, “assunto de mulher” e as pessoas que faziam dieta podiam escolher entre uma infinidade de regimes para reduzir o peso corporal, que havia aumentado como resultado do boom de consumo do pós-guerra. Como antes, as abordagens com baixo teor de carboidratos predominaram.</p>



<p>Nas décadas de 1970 e 1980, os regimes populares de perda de peso tornaram-se mais do que apenas dietas de emagrecimento e, em revistas femininas como a Woman’s Own, foram cada vez mais apresentados como ferramentas de autoajuda para a mulher emancipada. Alcançar o sucesso e o equilíbrio interno exigia o controle do corpo por meio de hábitos alimentares e exercícios físicos.</p>



<p>Apesar do conhecimento que agora temos sobre como perder peso por meio de regimes, as dietas da moda continuam a ser populares. As mais modernas, como a ceto ou paleo, compartilham muitas semelhanças com os planos alimentares de baixo teor de carboidratos e restrição calórica, populares no século 20. No entanto, pesquisas mostram que dietas da moda podem, na verdade, levar ao ganho de peso e à compulsão alimentar.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Bons hábitos</h3>



<p>Por isso, antes de optar por qualquer tipo de dieta, lembre-se de que manter o bem-estar e a saúde é primordial. O emagrecimento é difícil e pode não ser o objetivo final, portanto o essencial é manter uma alimentação equilibrada, onde todos os nutrientes essenciais devem ser consumidos.</p>



<p>Além disso, é importante beber muita água e manter a prática de exercício físico, ainda que você não tenha a intenção de emagrecer ou manter o peso ideal. E, por fim, contar com o acompanhamento de médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física e outros especialistas é sempre a melhor opção!</p>



<h3 class="wp-block-heading">11 tipos de dieta que você deveria conhecer</h3>



<h3 class="wp-block-heading">1. Vegana e vegetariana</h3>



<p>Longe de ser um plano alimentar destinado ao emagrecimento, a dieta vegana faz parte de um estilo de vida ou uma filosofia que se baseia na não exploração dos animais e no respeito a todos os seres sencientes. Por isso, os veganos não limitam suas escolhas à alimentação: todos os seus hábitos de consumo são permeados pelo princípio da não exploração animal.</p>



<p>Carnes – vermelhas ou brancas –, laticínios, ovos e outros produtos de origem animal são proibidos. Como alternativa, a dieta incentiva o consumo de leites vegetais, grãos (como feijão, arroz integral, grão de bico e lentilha), tofu, castanhas, jaca verde, cogumelos, vegetais e frutas de maneira geral. Vegetarianos estritos seguem a mesma dieta, mas dentro do vegetarianismo existem vertentes que permitem o consumo de ovos, como o ovovegetarianismo, de laticínios ou de ambos. Ainda no espectro do vegetarianismo, há os pescetarianos (que consomem peixes) e os flexitarianos, que reduzem o consumo de carne, mas não o eliminam completamente.</p>



<p>Ambas essas dietas focam mais no consumo de alimentos ricos em fibras, gorduras saudáveis, carboidratos e proteínas vegetais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Para hemorroida</h3>



<p>Como o próprio nome indica, esta é uma dieta indicada para auxiliar no tratamento de hemorroidas. Frutas como melão, mirtilos, groselha e maçã são incentivados na dieta para hemorroidas. Por outro lado, recomenda-se evitar o consumo de alimentos gordurosos, refrigerantes, pimenta e café.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Sem açúcar</h3>



<p>Estudos revelam que o açúcar não só contribui para a obesidade como também pode provocar doenças cardíacas, diabetes e até câncer. Por isso, cada vez mais pessoas buscam reduzir ou até mesmo eliminar o açúcar refinado da alimentação. Parar de consumir refrigerantes, minimizar a ingestão de industrializados e optar por adoçantes orgânicos e não refinados, como xarope de bordo puro ou açúcar de coco, são iniciativas que fazem parte deste plano alimentar.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Dukan</h3>



<p>Dukan é uma dieta de perda de peso rica em proteínas e baixa em carboidratos, sendo dividida em quatro fases, duas para emagrecer (ataque e cruzeiro) e duas para manter o peso perdido (consolidação e estabilização). Ela tem como promessa promover a perda de peso rapidamente sem a necessidade de passar fome. No entanto, a segurança da dieta de Dukan não foi estudada e há preocupações com o alto consumo de proteína, especialmente seu efeito sobre os rins e a saúde óssea.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Mediterrânea</h3>



<p>A dieta mediterrânea é um Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade que compõe o conjunto de conhecimentos, práticas, rituais, tradições e símbolos relacionados com as culturas agrícolas, pecuárias e culinárias dos países que circundam o mar mediterrâneo, principalmente a Itália e a Grécia, na década de 1960. Muitos estudos mostraram que a dieta mediterrânea pode ser muito benéfica para a saúde, contribuindo para a perda de peso, prevenção de ataques cardíacos, derrames, diabetes tipo 2 e morte prematura.</p>



<h3 class="wp-block-heading">6. Pegan</h3>



<p>A dieta pegan, que é a junção das dietas paleo e vegana, foi idealizada com base nos princípios de que alimentos integrais e ricos em nutrientes reduzem a inflamação, equilibram o açúcar no sangue e melhoram a saúde como um todo.</p>



<p>Apesar do nome, a pegan tem seu próprio conjunto de diretrizes. Ela prioriza o consumo de legumes e frutas, mas também a ingestão de pequenas quantidades de carne e certos peixes.</p>



<h3 class="wp-block-heading">7. Low carb</h3>



<p>A dieta low carb é baseada na baixa ingestão de carboidratos. Vegetais são amplamente liberados, pois são alimentos pobres em calorias e ricos em vitaminas e minerais. Além disso, muitos têm baixo teor de carboidratos e alto teor de fibras, o que os torna aliados da dieta com pouco carboidrato.</p>



<p>A definição de uma dieta low carb varia muito. A maioria estabelece o consumo de menos de 150 gramas de carboidratos por dia, e algumas chegam a 20 gramas por dia. Mas, independente de você estar praticando uma dieta low carb, comer mais vegetais é sempre uma ótima ideia.</p>



<h3 class="wp-block-heading">8. Alcalina</h3>



<p>A dieta alcalina se baseia na ideia de que substituir alimentos que formam ácidos por alimentos alcalinos pode melhorar a saúde. Algumas pessoas acreditam que manter uma dieta alcalina possibilita a cura de diversas doenças, incluindo doenças ósseas, como a osteoporose, e até mesmo câncer, mas não há consenso científico a respeito dessa crença.</p>



<h3 class="wp-block-heading">9. Cetogênica</h3>



<p>A dieta cetogênica aumenta a ingestão de alimentos com alto teor de gordura como carnes e queijos e diminui aqueles ricos em carboidratos. Os defensores dessa dieta afirmam que ela tem benefícios contra diabetes, câncer, epilepsia e Alzheimer, mas especialistas acreditam que ela pode ser perigosa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">10. Dieta do ovo</h3>



<p>A dieta do ovo é uma dieta que promete perda de peso em pouco tempo, baseada no baixo consumo de calorias, alta ingestão de fontes de proteínas e teor reduzido de carboidratos. Existem algumas versões diferentes dessa dieta, mas a tradicional consiste, basicamente, em incluir na rotina de alimentação ovos cozidos antes das refeições principais, inclusive no café da manhã e no lanche da tarde.</p>



<h3 class="wp-block-heading">11. Dieta da fruta</h3>



<p>A dieta da fruta é restritiva e se baseia sobretudo no consumo de frutas cruas. A versão original exclui todos os produtos de origem animal, incluindo laticínios, e limita ou proíbe a ingestão de grãos, alimentos cozidos, legumes e tubérculos. Alguns legumes, frutas secas, nozes e sementes são liberados com moderação.</p>



<p>Há também os adeptos do frugivorismo, uma filosofia alimentar baseada no consumo estrito de frutas (tanto cruas como cozidas). Os frugívoros optam por alimentos naturais, não industrializados, livres de substâncias tóxicas e sintéticas e, preferencialmente, orgânicos.</p>



<p><strong>Fontes :</strong></p>



<p>Equipe eCycle</p>
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		<title>CÂNCER NO ESTÔMAGO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guiamedicomuriae]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Nov 2022 14:12:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oncologia]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer no Estômago]]></category>
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					<description><![CDATA[O que é, sintomas, causas e tratamento&#160; O câncer de estômago é um tumor maligno que surge em qualquer local....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">O que é, sintomas, causas e tratamento&nbsp;</h3>



<p>O câncer de estômago é um tumor maligno que surge em qualquer local do estômago e normalmente aparece como uma úlcera, provocando sintomas como azia constante, dor no estômago, anemia e perda de apetite.</p>



<p>No entanto, também é comum que este tipo de câncer não cause nenhum sintoma específico, o que faz com que o tumor vá se desenvolvendo gradualmente e acabe sendo diagnosticado numa fase já muito avançada, quando as chances de cura são mais baixas.</p>



<p>O ideal é que sempre que se suspeita de algum problema no estômago, ou quando se tem histórico pessoal ou familiar de câncer no estômago, se marque uma consulta com um gastroenterologista, que poderá avaliar os sintomas e indicar a realização de exames, como a endoscopia, por exemplo, de forma a identificar se existe alguma alteração que precise de tratamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Principais sintomas</h3>



<p>Na maioria dos casos o câncer se desenvolve sem causar qualquer tipo de sintoma óbvio. Assim é importante estar muito atento ao surgimento de qualquer sintoma que possa alertar para este tipo de câncer como:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Azia constante;</li><li>Dor na barriga frequente;</li><li>Náuseas e vômitos;</li><li>Diarreia ou prisão de ventre;</li><li>Sensação do estômago cheio, após as refeições;</li><li>Perda de apetite;</li><li>Fraqueza e cansaço;</li><li>Vômito com sangue ou sangue nas fezes;</li><li>Emagrecimento sem causa aparente.</li></ul>



<p>Estes sintomas podem ser comuns a outros problemas de saúde, como um vírus no estômago ou úlcera gástrica e, por isso, só o médico pode fazer o diagnóstico correto e confirmar a doença, através de exames, como ressonância magnética ou endoscopia, por exemplo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como confirmar o diagnóstico</h3>



<p>O diagnóstico de câncer no estômago deve ser realizado por um gastroenterologista e, geralmente, é feito com exames de sangue e endoscopia com biópsia.&nbsp;</p>



<p>Além disso, o médico pode ainda recomendar fazer outros exames, como uma tomografia computadorizada, PET-scan, e/ ou ultrassonografia para confirmar o diagnóstico e avaliar a evolução do câncer, permitindo adequar melhor o tratamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Possíveis causas</h3>



<p>Não se conhece a causa específica para o aparecimento de câncer no estômago, no entanto, parece ser mais comum nas seguintes situações:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Infecção no estômago por <em>Helicobacter Pylori</em>;</li><li>​Ingestão exagerada de alimentos em conserva por secagem, fumeiro, salgada ou vinagre;</li><li>Presença de uma úlcera ou gastrite crônica não tratada;</li><li>Cirurgias prévias no estômago;</li><li>Histórico de anemia perniciosa, acloridria ou atrofia gástrica;</li><li>Predisposição genética, ou seja, quando existe histórico na família de câncer de estômago e outros tumores.</li></ul>



<p>Além disso, a doença é mais comum em pessoas com mais de 55 anos e afeta mais os homens.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como é feito o tratamento</h3>



<p>O tratamento para câncer de estômago pode ser feito com cirurgia, quimioterapia, radioterapia, terapia-alvo ou imunoterapia, dependendo do tipo e da evolução do câncer e do estado geral de saúde da pessoa:</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Cirurgia</h3>



<p>A cirurgia para câncer de estômago é o tratamento mais comum e com melhores resultados no tratamento deste tipo de câncer, quando em estágio inicial. A cirurgia pode ser usada para remover apenas o câncer, uma parte do estômago, ou todo o estômago, bem como os gânglios linfáticos da região, dependendo do estágio da doença.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Alguns procedimentos cirúrgicos que podem ser realizados são:</h3>



<ul class="wp-block-list"><li>Ressecção endoscópica da mucosa: realizada nas fases iniciais da doença, em que o câncer é removido através de endoscopia;</li><li>Gastrectomia subtotal: consiste na retirada de apenas uma parte do estômago, conservando a outra parte saudável;</li><li>Gastrectomia total: consiste na remoção de todo o estômago e está indicado para quando o câncer atingeu já todo o órgão ou se localiza na parte superior.</li></ul>



<p>Na cirurgia de gastrectomia, além de parte ou do estômago todo, são removidos alguns gânglios linfáticos que se encontram em torno do órgão, com o objetivo de avaliar a presença de células tumorais. Esse procedimento ajuda a definir a extensão da doença no corpo, sendo fundamental para a decisão sobre a indicação de outros tratamentos.</p>



<p>Além disso, no caso de outros órgãos que se encontram em torno do estômago, como o pâncreas ou o baço, serem afetados por células tumorais e se o médico entender, esses órgãos podem também ser removidos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Quimioterapia</h3>



<p>A quimioterapia para câncer de estômago utiliza remédios para eliminar as células cancerígenas, que podem ser tomados via oral ou por injeção nas veias. Existem vários medicamentos usados no tratamento deste câncer que são frequentemente utilizados em combinação para obter melhores resultados.</p>



<p>A quimioterapia pode ser feita antes da cirurgia, para ajudar a reduzir o tamanho do tumor, e depois da cirurgia, para eliminar as células cancerígenas que possam não ter sido removidas.</p>



<p>Alguns efeitos colaterais que podem ocorrer durante o tratamento com quimioterapia,são:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Náuseas e vômitos;</li><li>Perda de apetite;</li><li>Perda de cabelo;</li><li>Diarreia;</li><li>Inflamações na boca;</li><li>Anemia.</li></ul>



<p>Por ter ação em todo o corpo, a quimioterapia torna o sistema imune mais frágil o que aumenta o risco de desenvolver infecções. Geralmente, os efeitos colaterais desaparecem ao fim de alguns dias após o tratamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Radioterapia</h3>



<p>A radioterapia para câncer de estômago utiliza radiações para destruir, reduzir ou controlar o desenvolvimento do câncer. A radioterapia pode ser realizada após a cirurgia, para destruir as células muito pequenas que não foram removidas durante a cirurgia, ou em conjunto com a quimioterapia, para impedir que o câncer surja novamente.</p>



<p>Os efeitos colaterais que podem ser causados pela radioterapia podem ser:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Queimaduras na pele, na região afetada pelo tratamento;</li><li>Náuseas e vômitos;</li><li>Diarreia;</li><li>Dor no corpo;</li><li>Anemia.</li></ul>



<p>Os efeitos colaterais da radioterapia são mais intensos quando é feita juntamente com quimioterapia.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Imunoterapia</h3>



<p>A imunoterapia consiste no uso de remédios que estimulam a imunidade para atacar as células cancerígenas. A imunoterapia pode ser feita em conjunto com quimioterapia e ajuda a reduzir o crescimento e desenvolvimento do câncer.</p>



<p>Alguns efeitos colaterais que podem ocorrer durante o tratamento são a febre, fraqueza, náuseas, vômitos, tosse e diarreia.&nbsp;</p>



<p><strong>Atualizado</strong> : Marcela Lemos &#8211; Biomédica, em setembro de 2022.&nbsp;</p>



<p><strong>Revisão clínica</strong> :&nbsp; Dr.ª Clarissa Baldotto &#8211; Oncologista, em setembro de 2022.</p>



<p>Bibliografia</p>



<ul class="wp-block-list"><li>NHS. <em>Stomach cancer</em>. Disponível em: &lt;https://www.nhs.uk/conditions/stomach-cancer/&gt;. Acesso em 19 mai 2021</li><li>CANCER RESEARCH UK. <em>Stomach cancer</em>. Disponível em: &lt;https://www.cancerresearchuk.org/about-cancer/stomach-cancer&gt;. Acesso em 19 mai 2021</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>AMERICAN CANCER SOCIETY. <em>What Is Stomach Cancer?</em>. Disponível em: &lt;https://www.cancer.org/cancer/stomach-cancer/about/what-is-stomach-cancer.html&gt;. Acesso em 19 mai 2021</li><li>DIRETRIZES PARA A PRÁTICA CLÍNICA DA ESMO. <em>Cancro de estômago: um guia para o doente</em>. Disponível em: &lt;https://www.esmo.org/content/download/97731/1724273/file/ESMO-ACF-Cancro-do-Esto%CC%82mago-Um-Guia-para-o-Doente.pdf&gt;. Acesso em 21 ago 2019</li></ul>
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